Todos os cordões de identificação num hospital, num laboratório ou numa cozinha comercial têm o mesmo problema: ficam em contacto com a pele o dia inteiro num ambiente com regras de higiene rigorosas, e o tecido é o pior material possível para isso. Um cordão de identificação emborrachado não é uma melhoria em termos de conforto. É uma decisão de controlo de infeções.
O poliéster tecido retém o que absorve — suor, salpicos, gel para as mãos, comida. Uma bracelete de silicone ou PVC não tem fibras nem costuras onde possam ficar retidos resíduos. Pode ser limpa entre turnos com um toalhete com álcool, lavada com água e sabão e deixada a secar em poucos minutos. A impressão não desbota porque está moldada no material ou colada a uma superfície não absorvente.
Produção alimentar e cozinhas comerciais, onde o tecido próximo de um processo a céu aberto constitui um risco de contaminação. Piscinas, parques aquáticos e spas, onde uma corda de tecido fica molhada durante todo o dia. Laboratórios e salas limpas. Trabalhos marítimos e ao ar livre. Em qualquer lugar onde a correia se suje mais depressa do que pode ser substituída.
Porque o poliéster tecido é absorvente. O suor, os salpicos e o gel para as mãos penetram nas fibras e ficam lá, e uma alça de tecido não pode ser desinfectada entre turnos sem passar por uma lavagem. Um cordão emborrachado tem uma superfície selada e não porosa — a mesma razão pela qual o equipamento clínico é de plástico liso em vez de tecido.
Podem ser limpos com toalhetes com álcool comuns e lavados em água morna com sabão, sem que a impressão desbote ou o material se degrade. Não são adequados para autoclave; para qualquer procedimento que exija a utilização de autoclave, o cordão deve ser removido, tal como qualquer outro objeto pessoal.
O silicone é mais macio, mais flexível, hipoalergénico e tem um acabamento mate que transmite uma sensação de alta qualidade — mas é mais caro. O PVC é mais firme, mantém melhor a forma, tem um ligeiro brilho e é o mais económico dos dois. Ambos são totalmente impermeáveis; a escolha recai entre o conforto e a aparência, por um lado, e o orçamento, por outro.
Moldura em relevo ou recuada em silicone, criando um logótipo 3D tátil no próprio material, ou serigrafia em PVC. Como não há fibras, os contornos mantêm-se nítidos — os caracteres pequenos ficam melhor reproduzidos do que numa bracelete tecida.
A mesma lógica de higiene aplica-se ao pulso: pulseiras hospitalares e pulseiras de identificação médica. Uma alternativa mais suave, que não seja de tecido, para cargas pesadas: cordões de neoprene. Para a identificação do pessoal sem qualquer cordão de pescoço: carretéis retráteis para crachás.

Nossas produções baseadas na UE significam que cumprimos até mesmo os prazos mais apertados dos eventos.

Cada produto é criado especificamente para atender às necessidades exclusivas do seu evento e às diretrizes da sua marca.

Materiais sustentáveis estão disponíveis, incluindo pulseiras recicladas e biodegradáveis.








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